*Eu?
Aline - 20 anos - Twitter - Orangotag - Flixster - outras características são mostradas nos posts ou pode perguntar, se quiser.

*Layout
13ª versão. Desde 24.05.08.
Encontrei essa imagem num álbum de fotos no orkut, mas não lembro de quem era o perfil (não era de nenhum conhecido meu). Não gosto muito de cores escuras, mas o preto foi o que melhor se encaixou com a imagem.  Pelo simples fato de que capuccino é bom e amor é melhor ainda.

*Família?
(x)

*Links?
Agora em outra página.

*Prêmios/selos?

*Créditos:
Vevis
Cutenews

22 Jun 2008 ~ A saga do TCC - parte 3
Faculdade

Subtítulo: O que não fazer se você trabalha numa gráfica.

Não pensei que fosse haver uma terceira parte e bem que eu queria que não tivesse existido. Depois da defesa oral, só o que faltava era a versão em capa dura da monografia. Aparentemente não seria complicado fazer as modificações requeridas, mandar imprimir e encadernar na tal capa dura. Porém me enganei. As modificações foram feitas numa tarde, nada muito complicado, apenas um pouco trabalhoso. O problema veio quando eu fui na gráfica mandar fazer a capa dura.
Fui numa segunda de manhã e me falaram que quarta de manhã (às 11 horas) a monografia seria entregue. Cheguei depois das 11 e nada de monografia nenhuma. Esperei, perdi o ônibus que queria pegar e a monografia chegou depois de mais de meia hora. Toda feliz, fui para o laboratório e só lá percebi o defeito no título: escreveram "libertação" no lugar de "liberação". Ficou então "libertação de fármacos". Ok, desde quando fármacos são libertados? Droga!
No dia seguinte voltei pra gráfica. Felizmente logo aceitaram o erro (realmente não tinha discussão) e me prometeram uma capa nova e certa para o próximo dia às 3 da tarde. Cheguei 3 e meia, já prevendo o atraso e minha capa ainda não estava lá.
"Mais uns quinze minutos, Aline!"
"Tá bom, então eu vou esperar aqui!"
Esperei meia hora, até que fiz o cara ligar e pedir para trazerem de uma vez minha monografia.
"Er, a cola ainda não secou. Podes buscar segunda?"
Cara de indignada, muito indignada. "A qualquer hora de certeza?"
"Sim, te garanto!"
Segunda de manhã lá vou eu. Só me viram lá e já sabiam o que eu queria.
"Er, Aline, podes buscar depois das 10?"
"Não tais falando sério, né?". Infelizmente ele estava.
Cheguei depois das 10 horas. Estava lá, mas quase tive um ataque ao ver que apenas a capa tinha sido corrigida, não o dorso. A maldita "libertação" ainda estava lá.
Até a guria que trabalha na gráfica entendeu minha revolta: "Se eu fosse tu já tinha feito um escândalo!"
"Só não fiz ainda porque a minha boa educação não permite. Me entreguem essa monografia hoje, independente da cola estar molhada."
No fim, o cara da gráfica pegou meu celular e foi a pé na matriz fazer a capa dura e me entregou no laboratório onde eu fico. Entrega a domicílio, com as devidas desculpas.
É complicado não perder a pose e evitar escândalos. Sorte que eu tinha mandado fazer mais de uma semana antes do prazo de entrega. Contei o fato para grande parte das pessoas da minha sala, enfatizando para mandarem encadernar em outra gráfica. Surtiu efeito pelo menos. No mais, deixa eu me achar, tirei dez dos três professores (orientador e os dois da banca) tanto na versão escrita quanto na defesa oral. Enfim, a saga valeu a pena, especialmente as duas primeiras partes.

Aline


02 Jun 2008 ~ Sobre os amores de infância
Do passado

É só começar uma limpeza e arrumação geral no quarto que aparece esse tipo de coisa. Trecho escrito por mim aos 12 anos (agora concordo com a minha vó sobre como é bom colocar data em tudo), quando achava que estava apaixonada. Analisem a profundidade, descartem a repetição.

"Nunca tive certeza desse sentimento. Um sentimento que diz muita coisa. Só sei que quando você estava perto de mim, meu mundo não era mais meu e quem ocupava os meus pensamentos era só você. Sempre tão próximo e nunca percebeu que meus sentimentos eram muito mais que uma simples amizade. Comecei a ter certeza de meus sentimentos quando percebi que quando estava triste, apenas um sorriso seu já me fazia feliz."

Não sei como eu não era uma criança depressiva, porque tendência ao drama não faltava. Eu sei a quem eu estava me referindo quando escrevi esse trecho, já que o meu "amor" de infância permaneceu o mesmo por cerca de seis anos. Quando dizem que os sentimentos estão exacerbados na adolescência, eu digo que comigo não foi assim. Eu senti (ou pensei sentir) muito mais na infância. Era algo puro, sonhador, leve. A adolescência passou batida por mim e não sinto falta dos meus 15 anos, apesar de essa ter sido a idade da minha primeira balada e do meu primeiro beijo de verdade (ok, eu sou lerda). Lembro mais da infância. Sobre o meu "amor" de infância, lembro de várias conversas que tive com ele, de ele me ensinando os poderes do Street Fighter, de eu não ter ido na comunhão dele por vergonha de ser uma das únicas duas meninas convidadas, de ter dançado com ele num desses festivais de colégio, mesmo com tudo isso tendo acontecido há pelo menos sete anos. Da dança, lembro de quase ter caído num ensaio e de como ele me segurou. Lembro dele sempre que sinto o perfume que ele usava. E ainda querem me dizer que a adolescência é carregada de sentimentos?
Mesmo com tudo isso, nada aconteceu. Só ficaram os sonhos agradáveis e as lembranças perfeitas. Pela descrição que a minha mãe fez dele (ela viu ele depois de mim) e pelas fotos que eu vi, ele está completamente diferente do que eu chamo de homem bonito. Aliás, meu gosto não é parâmetro, sempre a personalidade me conquista. Ainda assim, se um dia ambos estiverem solteiros (situação que eu acho bem improvável)... por que não? Seria engraçado lembrar da época da 3ª/4ª série.
E fica a pergunta: será que todos têm um "amor" de infância?

Aline


22 May 2008 ~ Sem título definido
Besteiras, Outros

Como eu disse no último post, vou fazer os negócios que o Rod me indicou para fazer.

* 5 filmes preferidos (não tem uma ordem certa):
- À Espera de um Milagre: a história é linda e o filme não cansa, apesar de ter mais de 3 horas de duração. Não li o livro (de Stephen King), mas o filme já me surpreendeu. Não sei ver sem chorar ou pelo menos sentir um aperto na garganta, e olha que tem gente que diz que eu tenho coração de pedra.
- 10 coisas que eu odeio em você: pode ser filme de adolescente, mas eu adoro.
- Jogos Mortais: gosto da série no geral, com seus finais inesperados. Talvez se continuar por muito tempo fique enjoativo, mas os três primeiros são bons.
- O Fabuloso Destino de Amèlie Poulain: fofo, poético. Amo!
- O Senhor dos Anéis: considerando os três. Adorei os livros tanto quanto os filmes.
Deve haver outros que eu adoro, mas que não lembrei agora para colocar na lista. De vez em quanto aparece um filme muito bom (para o meu gosto).

* 8 coisas que eu quero fazer antes de morrer:
- Ser bem-sucedida profissionalmente na área que eu adoro, com direito a mestrado, doutorado e quem sabe um pós-doc. Por que não?
- Encontrar um amor, casar e ter filhos, tudo bem clichê.
- Morar um tempo na Alemanha para estudar.
- Conhecer vários países da Europa.
- Voltar a dirigir e comprar um carro (a parte de voltar a dirigir tem que ser logo).
- Ter minha própria casa.
- Manter as amizades sinceras (que são as que merecem ser mantidas) e conquistar novas.
- Conseguir manter estabilidade financeira.

No mais, feriado com alguns trabalhos para fazer, monografia para ajeitar para a versão em capa dura e algumas coisas para estudar, mas nada que tire o brilho nos olhos que o feriado proporciona, com episódios e filmes para assistir, "A menina que roubava livros" para ler, um aniversário para ir, violão para tocar, entre outros. Adoro!
Para deixar registrado, saiu disponível para download (pago) o primeiro artigo científico que tem eu como uma das autoras (colaboradora, na verdade). Pelo menos nessa área as coisas vão muito bem, obrigada. Já no campo sentimental... Santo Antônio está apaixonado por mim. Perdidamente apaixonado, eu poderia dizer.

Aline


14 May 2008 ~ A saga do TCC - parte 2
Faculdade

Como eu disse no outro post, logo seria a defesa oral do TCC. Pois bem, foi há mais de uma semana. Com tudo já entregue, eu só precisava montar a apresentação (reorganizar minha apresentação da iniciação científica, na verdade), estudar e esperar. Esta última necessidade foi a pior. O período mais crítico de espera foi a véspera, pior ainda que o próprio dia. Na noite que antecedeu a defesa oral, minha mãe se acordou comigo acordada e me mexendo no meu quarto às três da manhã. Como minha mãe é um amor, fez chá de melissa para eu tomar e desconfio que ela pôs um sedativo, porque desmaiei até às seis da manhã. Minha apresentação era às duas da tarde e eu tinha aula normal de manhã. Todas as aulas eram práticas e eu não conseguia parar, ficava me mexendo de um lado para outro e falando muito. Saí do laboratório duas vezes na primeira aula e cheguei atrasada na segunda por estar papeando no laboratório de pesquisa, coisas que nunca faço. Fui almoçar num restaurante fora da universidade e dei de cara com um professor membro da minha banca avaliadora, tomei chá verde com maracujá na ilusão de me acalmar com o maracujá (efeito placebo é o máximo). Uma hora antes da apresentação eu estava de volta à universidade, me mexendo, não conseguindo sentar, de manga curta e com calor, sendo que todos os outros estavam de jaqueta. Uns 15 minutos antes do início meus pais chegaram e entraram no auditório. Quando um professor da banca desceu e foi para o auditório, fui junto. Estava ali no palco, com a caneta laser e o microfone nas mãos e a platéia na frente, então o jeito era começar de uma vez. A apresentação foi boa, apesar da mão suar e de uma perna tremer. Depois foi a vez da banca. De manhã eu tinha visto uma de uma aluna muito ruim e a banca fez uma única pergunta para ela (pergunta ridícula, diga-se de passagem), então estava tranqüila para essa hora. Vão me fazer no máximo umas três perguntinhas e pronto. Que engano, a professora que começou me fez mais de dez perguntas, depois de ter me elogiado e falado que eu era uma aluna nota dez (eu sou CDF mesmo, admito). Depois o outro professor fez mais umas quatro perguntas. Juntando tudo, perguntas, elogios, considerações e agradecimentos (fora a apresentação), que deveriam ocupar cerca de 30 minutos, duraram uns 50 minutos. Resultado: minha defesa atrasou todas as outras e minha mãe já estava nervosa com a quantidade de perguntas feitas para mim.
No final, perguntas respondidas, elogios lindos e agradecimentos merecidos e sinceros, com minhas amigas ficando bravas comigo por eu não ter citado nomes (se eu ficasse citando nomes atrasaria mais uns dez minutos, além de achar desnecessário fazê-lo). À noite, jantar num restaurante oriental com meus pais para comemorar. No outro dia, um outro professor falou que depois ouviu vários comentários positivos sobre minha apresentação e principalmente sobre a quantidade enorme de perguntas respondidas com sucesso.
Adorei. É bom ser elogiada de forma sincera, não tem como negar.

Tenho duas listas que o Rod me mandou para fazer. Como esse post já ficou grande, deixei para fazer no próximo.
Outra, estou com vários comentários atrasados, mas logo coloco-os em dia.

Aline


04 May 2008 ~ Sobre não criticar antes de ir
Pessoal, Livros, Besteiras

Eu admito que sou daquelas pessoas chatas para sair. Às vezes posso estar doida para sair e topo quase qualquer coisa, outras podem me oferecer o melhor convite e eu não aceito. Quando o convite é antecipado, tenho mania de me empolgar e na hora perder a vontade, falar que preferia ficar em casa, mas sempre acabar indo. Podem me chamar de chata em relação a isso, porque eu mesma me considero, mas nunca desmarco um compromisso em cima da hora por ter raiva demais disso. Ontem mais uma vez eu desanimei para sair. Tinha combinado de ir no show da Ivete Sangalo, mas o frio me fez ficar com preguiça. Resmunguei, mas fui, mesmo não gostando tanto assim dela. Foi muito mais divertido que eu imaginei, o show começou exatamente na hora marcada e durou duas horas. Aquela mulher anima muito, faz todos pularem e cantarem junto. Agora vamos ver se da próxima vez eu não faço ceninha, seja pelo frio, pelo calor, por estar muito cheio, muito vazio ou por pura preguiça.

~ Carrie, a Estranha - Stephen King
(Carrie)
Apesar de já ter ouvido falar do filme, nunca vi. Decidi ler por ser um dos mais famosos livros do Stephen King e por estar com vontade de ler algo do gênero. O livro conta a história de uma menina, Carrie, que é criada pela mãe, uma católica fanática, de uma forma excessivamente reprimida. Ela passa por diversos problemas na escola, com os outros alunos rindo dela, entre outras situações constrangedoras, até que ela percebe que possui o poder de telecinética, isto é, a capacidade de mover objetos pelo poder da mente.
O mais legal do livro é a forma como ele é escrito, dando a impressão de uma história real, com partes citadas de jornais e cartas de testemunhas, não tanto a história em si. Recomendo, mas sem esperar muito do terror, apesar de King ser gênio.
Quer baixar? Pode ser aqui!

Aline


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